Em 1941 e 1946, a Covilhã viveu tempos de revolta. Os operários dos lanifícios enfrentaram a miséria, desafiaram o Estado Novo e conheceram a repressão da polícia política.

Júlio Pomar
Colecção Museu de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa (doação do artista)
Em depósito no Atelier-Museu Júlio Pomar/EGEAC
Era a Covilhã dos teares, das fábricas, da fome e da luta. O mundo que Ferreira de Castro imortalizou em «A Lã e a Neve».
Mas há uma ligação surpreendente à nossa aldeia…
Enquanto milhares de operários lutavam por melhores condições de vida, um homem nascido na nossa terra integrava a estrutura diretiva da polícia política que os vigiava e reprimia.
Porque a História da nossa aldeia também se escreve com episódios incómodos, silêncios e documentos que o tempo não apagou.
🔎 Em breve…
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